Sexta-feira, Julho 03, 2009

A magia do amor
Um executivo foi a uma palestra e ouviu um grande tribuno falar sobre o maior bem da vida que é a paz interior. Podemos tê-la em qualquer lugar, sozinhos ou acompanhados. Pois o executivo resolveu fazer uma experiência. Pegou cinco belas flores e saiu com elas pela rua, em plena cidade de São Francisco, na Califórnia. Logo notou que as cabeças se viravam e os sorrisos se abriam para ele. Chegou ao estacionamento e a funcionária da caixa elogiou o seu pequeno buquê. Ela quase caiu da cadeira quando ele lhe disse que podia escolher uma flor. Segundos depois ele se aproximou de outra mulher, que não assistira à cena anterior, e ela falou do perfume que ele trazia ao ambiente. Ele lhe ofereceu uma flor. Espantada e feliz com o inesperado, saiu dali quase a flutuar. Afinal, quem distribui flores perfumadas numa garagem pública quase deserta, num domingo, perto das 22 horas? Completamente embriagado pela magia daqueles momentos, ele entrou num restaurante. Uma garçonete com ar de preocupação foi atendê-lo. Ele percebeu que as flores mexeram com ela. Como se sentia com poderes especiais para fazer os outros felizes, depois das duas experiências anteriores, ele deu a ela uma flor e um botão por abrir e lhe disse que cuidasse bem dele, pois, ao desabrochar, lhe traria uma mensagem de amor. Dias depois ele voltou ao restaurante. A garçonete sorriu para ele com ar de quem tinha encontrado a fórmula da felicidade e falou: a flor abriu. A mensagem era linda. Muito obrigada. O executivo sorriu também. Sentia-se um mágico: com flores, amor no coração e uma mensagem positiva, inventada ao sabor do momento, produzia alegria. Tão simples que até parecia irreal. Na manhã seguinte, ele precisava abrir um portão para passar com o carro. Surgida nem se sabe de onde, uma sorridente mulher desconhecida que passava correndo o abriu e fechou para ele, espontaneamente.
Ele compreendeu que havia uma harmonia universal ao seu dispor. Bastava que a buscasse. E recomenda: "tente você também, desinteressadamente. Dá certo e a recompensa é doce!"
(Divaldo Pereira Franco)
:: Por Unidos da paz | 9:59 PM | ::
A humanidade atravessa hoje um momento delicado e difícil. Momento que exige de todos as qualidades do equilíbrio, do bom senso, do auto-conhecimento. Momento que exige uma posição responsável de cada um dos habitantes deste planeta. Digo isto, por quê? Porque tornou-se difícil hoje definir-se e se posicionar, com tranqüilidade, diante de tanta oscilação nos conceitos, nos valores, no ato de discernir o certo do errado. As sociedades e os grupos dos quais cada um faz parte, apresentam posições diferenciadas, pontos de vista variados, conceitos e valores muito distantes. O que num momento é "escandaloso", no momento seguinte vira moda, dá "status" porque foi defendido por alguém ou por um grupo de pessoas notáveis. Já não se consegue avaliar com tranqüilidade e isenção aos valores pré-estabelecidos. Pais não sabem como educar seus filhos, filhos já não sabem como ouvir os pais ou a quem ouvir. Já não sabem como direcionar suas atitudes pensando em não ferir, ou não se sobressair como diferente. Enquanto cada um dos habitantes desta terra estiver "solto" oscilando em suas posições e atitudes, o equilíbrio, a harmonia e a evolução mais tranqüila estarão distantes. Enquanto cada um dos habitantes desta esfera não assumir a sua parcela de responsabilidade no direcionamento de sua própria vida, o desequilíbrio, os "escândalos" continuarão a abalar a humanidade. Este momento, como já dissemos, é delicado. É preciso que seja transformado pelos seres em evolução num momento de maior capacidade intelectual, de expansão da consciência, de conquista do discernimento, de uma maior "liberdade" de pensamento e ação. Mas é importante que não se esqueçam de que toda liberdade traz consigo uma grande responsabilidade: a necessidade do equilíbrio, da seriedade e da lucidez. Se hoje as idéias, as posições, as atitudes são tão livres e na livre expressão difundidas, maior se torna a necessidade de equilíbrio, de conhecimento, de bom senso e poder de análise desvinculada de "pré-conceitos". Maior seriedade é exigida de cada ser participante desta ação renovadora. E esse equilíbrio, esse bom senso, como conseguir? Tendo como parâmetro, como peso e medida para nossas atitudes, o caminho já mencionado por muitos: o caminho do amor, da fraternidade, da caridade e da busca do conhecimento.
Diante das situações desta vida, em todo momento de dúvida, de falta de direção, quando não souberem o que fazer, perguntem à sua própria consciência, ao seu bom senso se a atitude a tomar está baseada no respeito, na fraternidade e no amor para com os outros e para com vocês mesmos. Perguntem-se, nos momentos de tomar decisões, se existem nas suas atitudes, o respeito para com os princípios de amor, ao ser divino que é você!
(Autor desconhecido)
:: Por Unidos da paz | 9:27 PM | ::
Sua mente precisa de alegria
Acostume sua mente a procurar alegria. A sua mente tende a se acostumar ao uso que dela você faz. Se buscar sempre o lado triste, será difícil colocá-la no da alegria. Ela toma força negativa. Endurece-se. Você pode tornar-se um derrotado. Procure, em tudo, o lado bom. A alegria. O otimismo. Eles fazem de você um vencedor. Na força negativa muito forte, pense antes de agir. Que devo fazer, meu Deus? Siga o que Deus indicar. Você acertará na decisão. Ter por hábito ser alegre é forjar a felicidade de cada dia.
(Lourival Lopes)
:: Por Unidos da paz | 9:26 PM | ::
Terça-feira, Junho 30, 2009

A Escolha é Sua
Você já ouviu alguma vez falar de livre-arbítrio? Livre-arbítrio quer dizer livre escolha, livre opção. Em todas as situações da vida, sempre temos duas ou mais possibilidades para escolher. E a cada momento a vida nos exige decisão. Sempre temos que optar entre uma ou outra atitude. Desde que abrimos os olhos, pela manhã, estamos optando entre uma atitude ou outra. Ao ouvir o despertador, podemos escolher entre abrir a boca para lamentar por não ser nosso dia de folga ou para agradecer a Deus por mais um dia de oportunidades, no corpo físico. Ao encontrarmos o nosso familiar que acaba de se levantar, podemos resmungar qualquer coisa, ficar calado, ou desejar, do fundo da alma, um bom dia. Quando chegamos ao local de trabalho, podemos optar entre ficar de bem com todos ou buscar o isolamento, ou, ainda, contaminar o ambiente com mau humor. Conta um médico, que trata de pacientes com câncer, que as atitudes das pessoas variam muito, mesmo em situações parecidas. Diz ele que duas de suas pacientes, quase da mesma idade, tiveram que extirpar um seio por causa da doença. Uma delas ficou feliz por continuar viva e poder brincar com os netos, a outra optou por lamentar pelo seio que havia perdido, embora também tivesse os netos para se distrair. Quando alguém o ofende, você pode escolher por revidar, calar-se ou oferecer o tratamento oposto. A decisão sempre é sua. O que vale ressaltar é que todas as ações terão uma reação correspondente, como conseqüência. E essa ação é de nossa total responsabilidade.
E isso deve ser ensinado aos filhos desde cedo. Caso a criança escolha agredir seu colega e leve alguns arranhões, deverá saber que isso é resultado da sua ação e, por conseguinte, de sua inteira responsabilidade. Tudo na vida está sujeito à lei de causa e efeito: para uma ação positiva, um efeito positivo; para uma ação infeliz, o resultado correspondente. Se você chega ao trabalho bem humorado, alegre, radiante, e encontra seu colega de mau humor, você pode decidir entre sintonizar na faixa dele ou fazer com que ele sintonize na sua. Você tem ainda outra possibilidade de escolha: ficar na sua. Todavia, da sua escolha dependerá o resto do dia. E os resultados lhe pertencem. Jesus ensinou que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Pois bem, nós estamos semeando e colhendo o tempo todo. Se semeamos sementes de flores, colhemos flores; se plantamos espinheiros, colheremos espinhos. Não há outra saída. Mas o que importa mesmo é saber que a opção é nossa. Somos livres para escolher, antes de semear. Aí é que está a justiça divina. Mesmo as semeaduras que demoram bastante tempo para germinar, um dia terão seus frutos. São aqueles atos praticados no anonimato, na surdina, que aparentemente ficam impunes. Um dia eles aparecerão e reclamarão colheita. Igualmente, os atos de renúncia, de tolerância, de benevolência, que tantas vezes parecem não dar resultados, um dia florescerão e darão bons frutos e perfume agradável. É só deixar nas mãos do jardineiro divino, a quem chamamos de Criador.
Pense nisso!
A hora seguinte será o reflexo da hora atual.
O dia de amanhã trará os resultados do dia de hoje.
É assim que vamos construindo a nossa felicidade ou a nossa desdita, de acordo com a nossa livre escolha, com nosso livre-arbítrio.
(Equipe de redação do site www.momento.com.br)
:: Por Unidos da paz | 5:49 PM | ::
Misericórdia e recompensa
Um dos escravos de certo ex-cônsul da África do Norte, não suportando a crueldade do seu senhor, fugiu numa noite, embrenhando-se numa imensa floresta, onde permaneceu por algum tempo ate que, recapturado, foi parar em Roma. Ali, alguns anos mais tarde Caio César, realizava um terrível combate com as feras. No decorrer dessa nefasta programação, foi colocado dentro da arena o escravo foragido, cujo nome era Androcles. Ao vê-lo a distância, o leão estacou como que surpreendido, depois aproximou-se vagarosamente e com total tranqüilidade pôs-se a lamber-lhe os pés, as mãos e os braços. O infeliz escravo, apavorado pela idéia de morrer devorado por uma fera faminta, sentiu as pernas tremerem e o coração a bater descompassadamente, enquanto recebia as carícias de um tão temível animal. Finalmente, pouco a pouco, tentando controlar essa situação de medo, ele foi readquirindo as forças e a coragem perdida. Voltou então os olhos para o leão e ambos, naquele momento, pareciam trocar efusivos cumprimentos, assim como quem estava se reconhecendo mutuamente. O povo, estarrecido com a cena estranha, rompeu em voz alta, aclamando o escravo. O imperador o chamou e indagou a respeito do acontecimento que o emocionou. Então o escravo relatou uma surpreendente história. Contou que naquela noite que fugira do seu cruel senhor, embrenhando-se na floresta, escondeu-se numa solitária caverna. Alta madrugada, entrava também ali um leão que manquejava, em virtude de um grave ferimento em sua pata. Deitou-se a um canto, distante da pequena tocha acesa pelo escravo e, por seus gemidos, deu a entender a torturante dor que sofria. De início, Androcles teve medo de socorrer a fera, mas depois, vendo-a erguer a pata, descobriu uma enorme lasca de lenha ali cravada. O escravo, servindo-se de uma pequena faca que levava consigo, com grande paciência e cuidado para não causar ainda maiores sofrimentos ao animal, conseguiu arrancar a estaca. Lavou o ferimento, retirando toda a terra ali acumulada, e o pobre leão pode repousar um pouco. Agora, tanto tempo depois, os dois se encontraram novamente e desta feita naquela arena. Assim como o escravo soube ser misericordioso para com a fera necessitada, agora esta lhe recompensou poupando-lhe a vida, num grande gesto de misericórdia.
Misericórdia e piedade é uma nobre filha da fé, que une em si todas as obras do mais forte e também mais privilegiado em relação ao próximo necessitado. Saibamos, portanto, praticá-la na certeza de um dia recolheremos os frutos dessa benfazeja semeadura.
(Autor desconhecido)
:: Por Unidos da paz | 5:47 PM | ::
A verdade
Um dia, a Verdade andava visitando os homens sem roupas e sem adornos, tão nua quanto o seu nome. E todos os que a viam viravam-lhe as costas de vergonha ou de medo e ninguém lhe dava as boas vindas. Assim a Verdade percorria os confins da Terra, rejeitada e desprezada. Uma tarde, muito desolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, num traje belo e muito colorido. - Verdade, porque estás tão abatida? - perguntou a Parábola. - Porque devo ser muito feia já que os homens me evitam tanto! - Que disparate - riu a Parábola - não é por isso que os homens te evitam. Toma, veste algumas das minhas roupas e vê o que acontece. Então a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola e, de repente, por toda a parte onde passava era bem vinda. Então a Parábola falou: - A verdade é que os homens não gostam de encarar a Verdade nua; eles a preferem disfarçada.
(Conto Judaico)
:: Por Unidos da paz | 5:46 PM | ::
Sexta-feira, Junho 26, 2009

Feio, o gato
Todos no prédio de apartamentos onde eu morava sabiam quem era o Feio. Feio era o gato vira-lata do bairro. Feio adorava três coisas neste mundo: brigas, comer lixo e digamos, amor. A combinação destas três coisas adicionada a uma vida nas ruas tinham causado danos em Feio. Para começar, ele só tinha um olho, e no lugar onde deveria estar o outro olho, havia um buraco fundo. Ele também havia perdido a orelha do mesmo lado, e seu pé esquerdo parecia ter sido quebrado gravemente no passado, e o osso curara num ângulo estranho, fazendo com que ele sempre parecesse estar virando a esquina. Feio havia perdido a cauda há muito tempo, e restava apenas um toco de cauda grosso, que ele sempre girava e torcia. Todos que viam Feio tinham a mesma reação: "Mas que gato feio!" As crianças eram alertadas para não tocarem nele. Os adultos atiravam pedras nele, jogavam-lhe água com a mangueira para espantá-lo, o enxotavam quando ele tentava entrar em suas casas, ou imprensavam suas patas na porta quando ele insistia em entrar. Feio sempre tinha a mesma reação. Se você jogasse água nele com a mangueira, ele não saía do lugar, ficava ali sendo ensopado até que você desistisse. Se você atirasse coisas nele, ele enroscava seu corpinho magricela aos seus pés, pedindo perdão. Sempre que via crianças, ele surgia correndo, miando desesperadamente e esfregando a cabeça em todas as mãos, implorando por amor. Quando eu o apanhava no colo, ele imediatamente começava a sugar minha blusa, orelhas, ou o que encontrasse pela frente. Um dia, Feio quis dividir seu amor com os huskies do vizinho. Eles não eram amistosos e Feio foi ferido gravemente. Do meu apartamento, eu ouvi seus gritos e corri para tentar ajudá-lo. Na hora em que cheguei onde ele estava caído, parecia que a triste vida de Feio estava se esvaindo... Feio estava caído em uma poça, suas pernas traseiras e suas costas estavam totalmente disformes, um corte fundo na listra branca de pêlo atravessava seu peito. Quando eu o apanhei e tentei levá-lo para casa, ele fungava e engasgava, podia senti-lo lutando para respirar. "Acho que o estou machucando muito", eu pensei. Então, eu senti a sensação familiar de Feio chupando minha orelha - em meio a tamanha dor, sofrendo e obviamente morrendo, Feio estava tentando sugar minha orelha. Eu o puxei para perto de mim e ele esfregou a cabeça na palma da minha mão, olhou-me com seu único olho dourado e começou a ronronar. Mesmo sentindo tanta dor, aquele gatinho feio, cheio de cicatrizes de suas batalhas, estava pedindo um pouco de carinho, talvez alguma comiseração. Naquele instante, achava que Feio era o gato mais lindo e adorável que eu já tinha visto. Em nenhum momento, ele tentou me arranhar ou morder, nem mesmo tentou fugir de mim, ou rebelou-se de alguma maneira. Feio apenas olhava para mim, confiando completamente que eu aliviaria sua dor. Feio morreu em meus braços antes que eu entrasse em meu apartamento. Eu me sentei e fiquei abraçada com ele por muito tempo, pensando sobre como este gato vira-lata deformado e coberto de cicatrizes havia mudado minha opinião sobre o que significava a genuína pureza de espírito e sobre como amar incondicionalmente.
Feio me ensinara mais sobre doação e compaixão do que qualquer ser humano. E eu sempre lhe serei grata por isto. Chegara a hora de eu seguir em frente e aprender a amar verdadeira e incondicionalmente. Chegara a hora de dar meu amor aqueles que me eram caros. Muitas pessoas querem ser influentes, querem acumular dinheiro, querem ser bem sucedidas, queridas ou belas. Quanto à mim, eu sempre tentarei ser como Feio.
(Autor desconhecido)
:: Por Unidos da paz | 9:38 PM | ::
Pense
Você já se arrependeu de em determinadas circunstâncias não ter tomado atitudes que viessem, de alguma forma, melhorar a sua vida? Clarice Lispector, em "Aprendendo a Viver" sabiamente comenta que todos nós, quando fazemos exame de consciência, lembramo-nos de vários agoras que foram perdidos e que não voltam mais. Que o arrependimento de não ter tido, não ter sido, não ter feito, não ter aceito, costuma ser doloroso e profundo. Na realidade o que nos impede, na maioria das vezes, de ter o que queremos, ser o que sonhamos, fazer o que pensamos e aceitar com o coração é a ousadia que não cultivamos. A ousadia é, geralmente, escrava do medo... Quantas vezes perdemos a oportunidade de sermos felizes, pelo medo de ter ousadia de amar? Medo de ousar porque o objeto do amor era mais bonito, mais alto, mais rico, mais jovem, mais velho, mais culto... e aí ...o tempo passou e o agora também...
Quantas vezes perdemos a oportunidade de realizar um grande sonho, por não termos coragem de ousar, de arriscar, deixando para depois ou para mais tarde o que deveria ser naquele agora...
Quantas vezes não pronunciamos, no momento oportuno, as palavras que gostaríamos de dizer, pelo medo de parecermos ridículos e imaturos?
Quantas vezes ficamos porque tivemos medo de partir?
Quantas vezes partimos, porque tivemos medo de ficar?
Quantas vezes dizemos baixinho o que, na realidade, gostaríamos de gritar?
Quantos agoras perdemos esquecendo que o risco pode ser a salvação de muitas alegrias de nossas vidas. O medo que nos impede de sermos ousados agora, também está nos impedindo de vermos a linda pessoa que poderemos ser... Não deixemos que nossos momentos passem...
(Autor desconhecido)
:: Por Unidos da paz | 9:37 PM | ::
Depende de você...
O amor que quer encontrar nos outros... depende de você.
A paz que busca numa procura desesperada... depende de você.
O diálogo, base de toda a convivência... depende de você.
O caminho para a renovação... depende de você.
A realização dos seus grandes sonhos... depende de você.
A organização que tanto necessita... depende de você.
Reclamar, queixar-se ou servir,
Revoltar-se ou ponderar,
Desprezar ou valorizar,
Omitir-se ou colaborar,
Adoecer ou curar,
Rebaixar ou elevar,
Monologar ou dialogar,
Fechar-se ou abrir-se,
Estacionar ou progredir...
Tudo é questão de escolha. E esta escolha depende UNICAMENTE DE VOCÊ!!!
JÁ QUE TUDO DEPENDE SÓ DE VOCÊ... TRATE DE SER FELIZ!!!
(Autor desconhecido)
:: Por Unidos da paz | 9:36 PM | ::
Quarta-feira, Junho 24, 2009

O Gnomo Jacinto
Em algum ponto da floresta, o pequeno gnomo Jacinto chorava enquanto conversava com o sábio Gnomo-mestre... - Quando lembro de tudo o que já me aconteceu sinto o chão me faltar. Fico tonto, sabe? Por que será que sofro tanto? Será que, por algum motivo, a Fada da Sorte escolheu caminhos distantes dos meus? Será que todos os contratempos a mim destinados resolveram acontecer de uma só vez? Mestre, já não suporto viver assim... O Gnomo-mestre, que reunia folhas numa pequena cabaça, olhou para o aprendiz e disse: - Meu pequeno Jacinto, percebes o que acontece com as lágrimas que derramas? - Como assim Senhor, eu não compreendo o que dizes. Apontando para algumas áreas da mata, o velho e experiente gnomo respondeu: - Olha com atenção. Por todo o caminho espalham-se flores justamente nos lugares onde tens vertido teu pranto. Tuas lágrimas mágicas tem feito brotar lírios, papoulas e perfumadas alfazemas nos lugares onde caem. Jacinto olhou ao redor e falou demonstrando admiração e um certo aborrecimento: - Mas então... quer dizer que o meu destino é sofrer para fazer a floresta se encher de cor e perfume? É preciso que meu coração morra aos poucos para a Natureza se encher de vida? Isso não é justo? Com toda a tranqüilidade, o Gnomo-mestre respondeu: - Os olhos vêem o que querem ver. O coração sente o que quer sentir. Então é essa a interpretação que fazes? Se o teu sofrer, meu pequeno, faz brotarem as flores mais belas, o que poderia então surgir do teu sorriso luminoso? Se transformas o verde da floresta num tapete multicolorido quando choras, o que poderia acontecer no momento em que espalhasses a alegria? Não será esse o momento de mudar a semente que espalhas? Percebes o poder que tens nas mãos? A dor cumpre o seu papel e tem sua razão de ser. Sim, deve ser vista. Mas os olhos não podem se fixar nela por muito tempo, senão perdem a chance de ver o crescimento que ela própria fez acontecer. As orelhas do gnomo Jacinto se movimentavam enquanto recebiam as preciosas orientações do sábio, como se não quisessem deixar escapar uma única palavra. Seus olhos, agora mais atentos, notaram que uma luz começava a brilhar em seu peito. Teve vontade de sorrir, mas estava difícil, uma vez que sua boca tinha perdido esse hábito. Portanto fez um esforço e logo, logo, seus dentes estavam à mostra. Foi aí que algo incrível aconteceu: quanto mais ele ria mais crescia. Crescia e crescia. Quem jamais poderia imaginar que Jacinto era um gigante? Aquele pequeno gnomo era agora um gigante grandalhão e sorridente. Ele continuou rindo e sua risada ecoava nas montanhas e se transformava em música; musica mágica que curava os passarinhos feridos e as plantinhas doentes. De uma hora para outra a floresta era só brilho e festa. Jacinto procurou o Gnomo-Mestre para agradecer, mas não conseguia mais enxergá-lo. E foi então que, fechando os olhos, ouviu uma voz que dizia:
"Há e sempre haverá uma forma mais doce de viver. O sofrimento, no momento em que é percebido como sofrimento, já está no ponto derradeiro da sua função e precisa ser substituído por uma outra semente. Agradeça as lágrimas do passado e diga-lhes adeus. O momento agora é de focalizar os sorrisos do futuro. Há e sempre haverá uma forma mais doce de viver."
(Kau Mascarenhas)
:: Por Unidos da paz | 6:31 AM | ::
Uma nova Edificação
Para uma nova edificação, seja ela de pequeno ou grande porte, é fundamental que o terreno seja limpo e os entulhos removidos. Igualmente para uma plantação, o mato deve ser capinado, as ervas daninhas arrancadas, enfim, é necessário que haja um espaço propício a receber uma nova construção ou novas sementes. Por acaso você já teve conhecimento de alguma construção feita em cima de entulhos? Igualmente se da em nossas vidas. Por isso, para que aconteçam novas alegrias e novas realizações, é preciso faxinar o terreno da alma. É preciso arrancar as ervas daninhas representadas pelas magoas, e rancores. Retirar os entulhos do medo, os pedregulhos da incerteza, da insegurança, dos ressentimentos. Esquecer as amarguras do passado. Viver o presente. O hoje. O agora. Fazer as pazes com quem estamos brigados. Perdoar. Pedir perdão. Estando o terreno limpo e bem cuidado, não tem como não receber do Universo as flores e frutos de realizações que irão fazer das nossas, vidas risonhas. Pegue a pá da determinação, o ancinho da força de vontade, o carrinho da esperança e comece a sua faxina...
(Autor desconhecido)
:: Por Unidos da paz | 6:30 AM | ::
Sofrimento
As lombadas do meu caminho fizeram compreender que, nosso maior medo não é o de sermos incapazes, mas de "descobrir que somos muito mais poderosos do que pensamos ser". Quando perdemos a velocidade, ao defrontar com estes obstáculos, colocados por alguém, é para refletirmos e buscarmos aquela força, adormecida em nosso interior. Se desconhecemos esta força, é esta e não nossa fraqueza, a causa de nosso sofrimento. O desconhecido nos amedronta provocando um retraimento das forças interiores, retirando o poder de comando de nosso comportamento físico. Procurar respostas na mediocridade ou no isolamento, dificilmente iremos encontrá-las. O mérito está no aumento da velocidade volitiva, dentro do fluxo social onde estamos inseridos, e não no silêncio de uma noite mal dormida. Devemos tomar como exemplo o movimento de nossas pernas, nunca caminham juntas. É na separação de seus movimentos que conseguem realizar seus objetivos. Se juntas estão, a vida já não existe. Será o descompasso entre a vontade física e mental, o produtor da força inibidora dos sofrimentos, de nossa estrada da vida?
(Autor desconhecido)
:: Por Unidos da paz | 6:29 AM | ::
Sexta-feira, Junho 19, 2009

Nosso coração é uma casa
Nosso coração é uma casa onde ninguém entra e sai, com ou sem nossa permissão, sem deixar marcas nas paredes. Muitos deixam marcas profundas de felicidade; outros deixam cicatrizes que marcarão nossa vida para sempre. Os amigos deixam marcas fortes, mas suaves. E cada vez que tocamos nossa alma com nossas recordações lá estão os traços, invisíveis, mas legíveis, como as escrituras em Braile. É suficiente fechar os olhos para ver toda uma história gravada nas paredes do nosso ser. Nesses momentos nosso rosto sorri sozinho. Os amores perdidos deixam marcas irrecuperáveis: eles deixam um gosto doce e amargo ao mesmo tempo. Amargo na maioria das vezes. Sim, eles têm mais gosto que qualquer outra coisa e sempre sobem a nossa garganta quando as lembranças nos assaltam. Tristes são as marcas das dores que deixaram os que nos fizeram mal. São as cicatrizes que deformam nossas vidas se não aprendemos a conviver com elas. Mesmo se queremos ir adiante, de vez em quando nosso olhar se volta para esses rabiscos mal traçados e sentimos a dor tal e qual no primeiro dia. Quantas vezes não impedimos que alguém entre por causa de preconceitos ou idéias pré-concebidas, ou medo de tentar de novo uma nova relação. Ao primeiro olhar, nos trancamos. Outras vezes, sem muita consciência, deixamos entrar quem não valia muito a pena. Somos maus juízes porque confiamos demais nos nossos olhos e de menos no nosso coração. Devemos pedir a Deus que nos dê um pouco mais de discernimento, pois agindo por nós mesmos, podemos estar nos trancando a maravilhosos encontros. De vez em quando, é preciso fazer uma boa faxina nessa casinha tão preciosa. É preciso polir carinhosamente, realçar as marcas bonitas e passar tinta nova e clara nas paredes; de vez em quando é bom abrir as janelas e deixar que o sol entre e ilumine todos os cômodos. E enfeitar com as janelas com flores de cores vivas e alegres. De vez em quando é mesmo muito importante achar o cantinho mais gostoso dessa casa e sentar-se nele. E rir do nada. E jogar os ressentimentos para bem longe. Sentir-se bem consigo. Se nosso coração é uma casa, faça do seu a casa dos seus sonhos. Lembre-se que não importa quantos entram e saem, você é o dono, só você é responsável. Faça mudanças necessárias. Jogue o inútil no lixo. Só não se esqueça, nessa mudança, de colocar de volta nas paredes essas marcas benditas que deixaram esses que foram bênçãos na sua vida. Dê a mão aos doces momentos, os momentos felizes. Tudo o mais é inútil, tudo o mais deve ficar pra trás.
(Letícia Thompson)
Mensagem retirada com autorização do site da Letícia Thompson Vale a pena conferir esse belo trabalho.
:: Por Unidos da paz | 5:24 PM | ::
Encerrando ciclos
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer, para si mesmo, que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrar ciclos. Não por causa do orgulho, incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era e se transforme em quem você é!
(Paulo Coelho)
:: Por Unidos da paz | 5:21 PM | ::
Sempre Feliz...
Para ser "Sempre Feliz" é necessário semear...
Semear bons sentimentos, boas palavras e ações.
Plantar a essência da felicidade em cada lugar, a cada momento, com todas as pessoas.
Ter humildade e persistência para aprender.
Aprender para crescer e ensinar o que aprendeu sempre.
O conhecimento que fica restrito apenas para si morre com o tempo.
Só aquele que é transmitido para o maior número de pessoas é que sobrevive e participa do processo de evolução do homem e da vida.
Viver é buscar constantemente a concretização de um mundo melhor.
Estar sempre em sintonia com a verdade, a justiça, a natureza e o novo credencia o homem a prosseguir viagem, a ir além nesta atual fase de transição do universo.
Aliado ao verdadeiro sentimento de amor altruísta, o diferencia dos outros seres vivos, o transforma num ser precioso, verdadeiramente civilizado e humano.
Descortina-lhe o infinito para que seja para "Sempre Feliz".
(Autor desconhecido)
:: Por Unidos da paz | 5:21 PM | ::
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